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ANCESTRALIDADE PARA UMBANDA

há 5 horas
2 min de leitura


Tratamos da ancestralidade humana de uma maneira geral (ancestralidade milenar), da evolução de nossa espécie e o entendimento da origem no território brasileiro. Agora vamos abordar de maneira mais direta, nos relacionando conosco.

A ancestralidade nos remete aos antepassados. Sendo mais específico, são nossos parentes que fazem parte da nossa árvore genealógica em ascendência. Está diretamente ligado ao seu DNA. Portanto, antepassados como pais, avós, bisavós, trisavós, tetravós, pentavós... (MAURO FILHO, 2024).

E no aspecto espiritual, o preto velho, o meu exu, minha pombagira, meu caboclo são meus ancestrais?



Para Mauro Filho, não! (2024). Nós vivemos em comunidades espirituais que vão se formando no plano espiritual. Alexandre Cumino do Umbanda EAD (2018) completa com a ideia de ancestralidade divida de que até Deus é nosso ancestral, pois ele é a nossa origem. Sendo, Deus a nossa origem, em Deus estão os orixás.


Alexandre (2018) ensina nossos guias/ mentores: caboclos, preto velho, baiano, boiadeiro, marinheiro são nossa família espiritual. Temos família consanguínea e uma espiritual e declara: família espiritual é de onde eu vim no astral e essa nos acompanha há muito tempo.


Cumino também aponta uma diferença na Umbanda: são os ancestrais que cuidam de nós. Não somos nós que cuidamos deles. E como a Umbanda transcende muita coisa, também ultrapassa a ancestralidade étnica. Ela reverencia uma ancestralidade humana com negros, indígenas, branca na figura de preto velho, caboclo, boiadeiro...


Pode ocorrer de algum espirito da minha comunidade espiritual seja também um ancestral consaguíneo? 


Para Mauro Filho, sim! Porém, é mais uma questão de coincidência, e não de regra.


Portanto, temos ancestralidade familiar e ancestralidade espiritual. A familiar é relacionada à transmissão de vínculos, memórias, valores, conflitos e relações entre gerações. Na espiritual, a sua existência nesta vida não é limitada apenas a esta vivência.


E o livro o Cavaleiro da Estrela Guia?


Quanto ao O Meu Cavaleiro de Ouro, a obra não trata ancestralidade no sentido contemporâneo das ciências sociais. Porém, Simas mantém seu vínculo afetivo com seus pais mesmo após o desencarne. Ele deseja reencontrá-los (SARACENI, 2019, p. 358-359). Para saber mais, adquira a obra e leia a saga épica.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


CUMINO, Alexandre. “Ancestrais na Umbanda” com Alexandre Comino. Data 12 de setembro de 2018. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=RNpYC9YOJ7Q . Acesso: 17 de julho de 2025.

FILHO, Mauro. O que é ancestralidade e como se deve lidar com ela?. data: 23 de fevereiro de 2024. Canal: Tradição Mauro Filho. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=SojgSkb8FwI . Acesso: 17 de julho de 2025.

SARACENI, Rubens. O Cavaleiro da Estrela Guia: a saga completa. São Paulo: Madras, 2019.


 
 
 

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